02-08-2016

Não podemos aceitar que a exceção vire regra



"Não podemos aceitar que a exceção vire regra"




 

Trata-se de uma “pandemia social” que infelizmente de exceção começa a se postular como regra, se invertendo os valores morais e éticos.

 

O tema dessa edição coloca em foco a tão divulgada CORRUPÇÃO, assunto massificado e presente em nossos telejornais, hoje produto de elevação na mídia.

 

Mas quem se importa, alguns dizem, o povo tem memória curta mesmo. Ocorre que não trata-se somente de políticos e governantes, essa “praga social” vem se alastrando pelos setores mais básicos de nossa sociedade, a questão aqui é não apontar tais setores, e sim falar do nosso papel nessa “pandemia”, ou seja, quem é que já não ouviu alguma vez na vida “conheço alguém que dá um jeitinho”, e na maioria das vezes, a fadigante e  intermitente espera, é o combustível principal para o uso do “jeitinho brasileiro”.

 

Ressalte-se que ao traduzirmos o tal “jeitinho” nos deparamos com a ilegalidade, injustiça e trapaça, é na junção desses elementos que nasce a “FÓRMULA DA CORRUPÇÃO”, não adianta apontarmos tão somente o dedo na face dos governantes se ao mesmo tempo fazemos uso desse “jeitinho”.

 

Essa anomalia ocorre pela insistência na irregularidade, fator preponderante da escravização dessa situação, somente com organização e regularização seremos capazes de extinguir tais práticas, prática essas que às vezes se apresentam norteada de inocência, mas que ao final fortifica e estimula a CORRUPÇÃO DE MANEIRA ESPANTOSA.

 

Precisamos aprender a RECORRER, QUESTIONAR DE MANEIRA FUNDAMENTADA mas principalmente DIZER NÃO A ESSE JEITINHO BRASILEIRO, só assim libertaremos nossa sociedade dessa praga urbana.

 

Se faz imperioso destacarmos a preocupação da festejada filósofa russo-americana Ayn Rand, que diz:

 

“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em autossacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.











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